A diferença entre um empresário que comanda uma mega corporação e um outro que opera um pequeno empreendimento pode ser apenas a escala dos negócios, os números em suas planilhas. Seja o João, dono de um pequeno mercadinho de bairro, ou a Fernanda, CEO de uma rede nacional de farmácias, ambos vão precisar, basicamente, das mesmas competências para tocar suas empresas. Vão precisar entender a natureza, as dimensões, o contexto e as leis que regem os mercados em que estão inseridos; definir para onde querem ir, até onde querem chegar, e, então, planejar ações e estratégias que tornem isso possível. Igualmente será necessário, para ambos, exercitar uma liderança saudável; serem ousados na medida certa; terem uma administração responsável. Enfim, tudo que um precisa para ser bem-sucedido, o outro também precisa.
Não é porque você toca um pequeno restaurante de bairro que vai baixar a régua da qualidade dos serviços e dos produtos que oferece ao seu público. Igualmente, não é porque você preside uma grande multinacional que está dispensado de conhecer as minúcias da operação da empresa, de cada setor, de cada equipe. A expressão "pequenos empresários" diminui a importância dos empreendedores de pequenas empresas e não condiz com a dura realidade de quem precisa se desdobrar para fazer acontecer algo do nada, na maioria das vezes em condições adversas e sem o investimento necessário. O autor prefere dizer "grandes empresários de pequenas empresas", porque dignifica e reconhece o trabalho desses empreendedores, ao mesmo tempo que lhes lembra de que precisam ser grandes. Quem comanda uma pequena empresa não é pequeno — é um gigante que opera com ferramentas limitadas.
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